Sexta-feira, Setembro 10

Fora de Campo!

A seleção entre mais de 1000 imagens não foi nada fácil de fazer
Vendo agora o que está posto a mostra penso nas outras tantas idéias que não escolhi.
Mas as que estão lá são potentes e traduzem parte sobre os distintos mundos de um mesmo lugar.
Agora é a festa, mas no momento dos clicks a indignação conduzia o meu olhar.
***
Carolina Mestriner
Muricio Pestana, diretor da revista Raça
Jeferson De, Mauricio Pestana e Mariana.Flavio Cesnik do Instituto Artecidadania e Jeferson De.
Jade Cascardo.
Jeferson De e Mariana.
Flavio Cesnik e Fernanda Martins
Ricardo Albuquerque Presidente da ONG CORES, eu e Jef.
Pedro Iglesias.
Gabriel Iglesias.
PX Silveira Vice presidente do Instituto Pensarte e Dani Silva
***

Quarta-feira, Setembro 8

BUDA FILMES
e
INSTITUTO PENSARTE
apresentam
COPA 2010 - De fora do campo.
Jeferson De - vídeos
Cristiane Arenas - Fotografias
De passagem pela África do Sul, em plena copa do mundo...
Registramos algumas imagens que refletem parte do resultado pós apartheid.
Encontramos pessoas que ao mirar as nossas câmeras abrem sorrisos e imediatamente nos abrigam em sua generosidade.
Contudo a realidade a nossa frente nos fez perceber que o sonho de Mandela ainda está em processo, há ainda muito trabalho a ser feito...
Abertura
09/09/2010
20h
Alameda Nothmann, 1029
Campos Elíseos

Segunda-feira, Julho 12

em Soweto, Giza

A mágica dos encontros inesperados e inesquecíveis, em meio ao trabalho vejo uma mulher observando os nossos movimentos,
atravesso a rua e converso com ela,
me faz a pergunta básica, se eu sou brasileira.
Digo que sim,
ela abre um sorriso, em sua doce fala me conta que aprendeu com uma brasileira a fazer crochê, (foi assim que fez este gorro com flor que está em sua cabeça)
Diz que tem um presente para mim,
abre uma sacola e pega este gorro,
coloca em minha cabeça com a delicadeza de mãe.
Me sinto uma menina diante de seu grande coração.

Segunda-feira, Junho 7

Para semana começar azul

Quinta-feira, Maio 13

INFERNO

para ver e suspirar diante das experiementações de Clouzot

Segunda-feira, Abril 5

Na folha de São Paulo de 31/03/2010

Diz Anistia que o Irã executou 112 em oito semanas após eleições País foi o segundo que mais aplicou a pena de morte no ano passado, atrás só da China; ONG vê uso político da punição Relatório anual calcula que Pequim, que considera o assunto um segredo de Estado, executou "milhares" de pessoas ao longo de 2009 DA REDAÇÃO O período entre a controversa reeleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad, em 12 de junho passado, e sua posse, em 5 de agosto, foi marcado por um aumento na aplicação da pena de morte no Irã: ao menos 112 pessoas foram executadas no país persa em oito semanas, segundo relatório divulgado ontem pela ONG Anistia Internacional sobre a pena capital no mundo. Trata-se de uma média de mais de duas execuções por dia no período em que opositores protestaram em massa contra fraudes eleitorais -quase o dobro da média dos seis meses anteriores. No total, o Irã executou, segundo a Anistia, 388 pessoas no ano passado, 42 a mais do que em 2008. Para a ONG, o caso iraniano, em que muitos opositores do regime foram chamados de "inimigos de Deus", é um exemplo do crescente "uso político" da pena de morte: "A pena capital foi extensivamente aplicada contra opositores políticos ou para influenciar o público a reforçar a liderança de governos de países como China, Irã e Sudão", diz o relatório. A Anistia documentou 714 execuções em 18 países em 2009, por enforcamento, decapitação, apedrejamento, eletrocução e injeção letal. Mas acredita-se que o número real de mortes seja muito maior: a China -onde as condenações são segredo de Estado- executou "milhares" de pessoas, ou seja, mais do que o resto do mundo somado, segundo cálculos da ONG com base em evidências de anos anteriores e em informações de ativistas, imprensa, pesquisa de campo e fontes governamentais. As execuções foram artifício para reprimir insurgências no Tibete e em Xinjiang, além de corrupção e tráfico de drogas, em "julgamentos injustos segundo padrões internacionais, com acesso limitado a advogados e confissões obtidas mediante tortura". Iraque e Arábia Saudita são, respectivamente, o terceiro e o quarto países na lista de executores. Nas Américas, os EUA -onde 52 condenados foram executados em 2009- e a ilha antilhana de São Cristóvão e Névis são os únicos Estados a aplicar a pena capital desde 2003 (ano em que Cuba fez sua última execução). Menos sentenças Como este foi o primeiro relatório em que as execuções chinesas não foram estimadas (em repúdio à "falta de transparência" de Pequim), é difícil fazer comparações numéricas com relatórios anteriores. Mas a Anistia afirma que, em 2009, "o mundo progrediu em direção ao fim das mortes judiciais pelo Estado". E o número de sentenças de morte anunciadas também caiu, de 8.864 em 2008 para ao menos 2.001 no ano passado. A Anistia também comemorou ter documentado em 2009, pela primeira vez, a ausência de execuções na Europa e no antigo bloco soviético (a Rússia estendeu sua moratória a execuções; Belarus, porém, sentenciou duas pessoas à morte). A moratória à pena também foi mantida em países como Líbano, Marrocos, Argélia e Tunísia, e Burundi e Togo aboliram a pena capital em 2009. No total, 139 países extinguiram por lei a punição ou não a têm praticado.

Terça-feira, Fevereiro 9

janelas